quinta-feira, 8 de março de 2012

Feliz Dia das Mulheres

Muitas Mulheres têm procedido virtuosamente, mas tu és, de todas, a mais excelente! 
Provérbios 31:29

quarta-feira, 7 de março de 2012

Os Paradoxos da Oração....




“Não andeis ansiosos e agitados, correndo de um lado para o outro; o melhor a fazer é orar entregando  tudo nas mãos de Deus com alegria no coração.E a paz de Deus, que vai além da nossa compreensão, guardará nosso coração de coisas desnecessárias e manterá nossa mente no foco certo.  ( Epístola do apostolo Paulo aos Filipenses 4.6-7 
            Tradução livre do texto em grego)
Nosso tempo é marcado pela pressa, agitação e o estresse. Vivemos sob a ditadura das horas marcadas! Tal e qual o coelho do conto "Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll, estamos sempre atrasados, sempre com pressa... e nem sempre sabemos o porquê ou em qual direção estamos indo!
Diagnosticamos que algo está errado com toda esta agitação! Nem sempre, contudo, sabemos qual a profilaxia capaz evitar ou nos curar das suas conseqüências. E há alguma?
A oração é o “SIM” que corajosamente a fé cristã procura dar a esta pergunta. E obviamente isto parece ser um paradoxo! Afinal, neste tempo de fast food, de relacionamentos virtuais e de pílulas que fazem de “quase tudo” (engordar, emagrecer... e até ser feliz!!), orar parece ser coisa de gente que não tem o que fazer! Até que começamos a orar e aprendemos que a oração nos leva mesmo viver inúmeros paradoxos. Eu particularmente gosto do paradoxo de que o tempo gasto com a oração me faz sempre ganhar tempo!
É neste tempo da agitação, da pressa, da insegurança e do medo, que somos chamados a voltar nossos olhos para Deus e reaprender a orar! Algumas pesquisas científicas têm demonstrado que a oração traz ótimos benefícios para a saúde integral do ser humano. Li o resultado de uma dessas pesquisas na qual o autor comprova, por exemplo, que pessoas que oram diariamente são mais felizes, menos ansiosas, menos propensas às cardiopatias e até sofrem menos resfriados!!
Nosso Deus é realmente maravilhoso! Além de conceder-nos o privilégio indizível, que é a Sua presença de Amor, ainda nos dá um pacote completo de benefícios!
E ainda há quem não crê!
  E ainda há quem não ore...  

Rev. Ézio Martins de Lima    

sábado, 3 de março de 2012

Senhor ensina-nos a orar...



Senhor ensina-nos a orar...

Senhor ensina-nos a orar...
“Certo dia Jesus estava orando em determinado lugar. Tendo terminado, um dos seus discípulos lhe disse: ‘Senhor, ensina-nos a orar....” (Lucas 11.1)
Quanto mais oramos mais percebemos que não podemos dominar técnicas, pois não se aprende a orar com métodos ou modelos. Quanto mais oramos percebemos que o princípio que envolve a oração não é o dominar, mas o ser dominado. Não é estar no controle, mas ser controlado.
Por isso é preciso desconfiar de toda pessoa que se apresente como portadora de conceitos e métodos de oração. A Bíblia não apresenta métodos ou passos de como orar bem para conseguir os melhores resultados! A oração cristã, aliás, não tem relação alguma com as modernas técnicas da PNL (Programação Neurolinguistica) ou da confissão positiva. O livro dos Salmos, um livro de orações, apresenta-nos a oração como expressão viva de um relacionamento entre aquele que crê (inclusive com as suas crises de fé) e Deus, a fonte de todo bem, a causa e o alvo da oração.
A pobreza da oração em nosso tempo é que a reduzimos aos pedidos e às reivindicações, bem como a um mero ritual de palavras sem sentido e desconexas, resultado de um relacionamento raso ou inexistente com Deus. No primeiro caso, Deus é tão somente um provedor de benesses; no segundo caso, Deus é um mero conceito, ou no máximo um poder que se crê existir, mas com o qual não se mantêm nenhuma relação pessoal.
Haja vista que a oração é relacionamento, oramos bem quando nossa relação com Deus permeia toda nossa vida, e não apenas alguns compartimentos isolados de nossa existência. Tal e qual a amizade, a oração não se constrói com alguns segundos e nem se torna forte com encontros esporádicos e sem interesse pelo outro. Tal e qual a amizade, a oração, com todos os seus efeitos e privilégios, não se prova assim de relance, de passagem. Assim como a amizade, a oração é antes uma condição de vida – de vida constante e persistente– e os seus resultados se vão manifestando com o tempo. A grande dádiva que esperamos na oração é que Deus se dê a Si mesmo, em comunhão conosco. E o mais que Ele der será incidental e secundário.
Por isso, um Congresso de Oração pode ajudar-nos a compreender mais sobre a oração, mas não nos fará melhores oradores. Para aprendermos a orar precisamos sempre e sempre ser como os discípulos aos pés de Jesus, que na proximidade com o Mestre suplicam-Lhe: “Senhor, ensina-nos a orar...”. No amor dAquele que nos amou primeiro,   Ézio Martins de Lima, pr