sábado, 12 de novembro de 2011


ALARGANDO O ESPAÇO DA TENDA – Isaías 54

De forma alegórica o capítulo 54 do profeta Isaías, fala sobre a Igreja, que representa o Israel restaurado. Na aplicação imediata à situação dos israelitas restaurados, os “servos” são todos os fiéis, em geral; mesmo assim, não se pode deixar de notar que, depois da ressurreição de Cristo todos aqueles que nEle creem recebem poder para serem chamados filhos de Deus, os verdadeiros servos, o novo Israel de Deus, não se falando só na Pessoa de Cristo, mas também do corpo de Cristo. Assim o servo e os servos são identificados.
Com cinco figuras diferentes, o Senhor da Igreja nos dá Sua ordem missionária, para que o evangelho se difunda: (1) Alargar o espaço da tenda, isto é, fazer a igreja crescer em número, trazendo muitos convertidos ao convívio dos irmãos; (2) Alongar as cordas, isto é, aumentar o espaço para os cultos, quando houver necessidade. Em nosso caso, há muito espaço vazio, precisando ser preenchido e só você poderá fazê-lo, trazendo seus amigos, vizinhos e parentes, para serem alcançados pelo Poder do Espírito Santo de Deus; (3) Firmar as estacas, ou melhor, trabalhar nos alicerces da igreja, de forma que ela nunca perca os    objetivos de santificação, crescimento sadio, assistência social e comunhão plena entre os irmãos. Também ter um posicionamento firme, sobre a doutrina Bíblica e compromisso denominacional, sem transgredir as Leis de Deus; (4) Transbordar tanto para um lado como para o outro, como já fazemos com a obra missionária, mas precisamos ser mais dinâmicos, abrindo novas frentes de evangelização e plantando novas igrejas nos locais ainda não alcançados pelo Evangelho. Será que estamos dispostos?
Israel recebeu várias vezes o nome de esposa de Deus (Jr 31.32; Os 2.1-23). Sempre foi infiel, sempre merecendo a rejeição. Deus, porém, na Sua misericórdia, sempre a quer de volta, oferecendo-lhe perdão e restauração (5-10). Da mesma maneira, a Igreja do Senhor é tratada como a Noiva do Senhor e futura Esposa do Cordeiro (Ap 21.9). Tanto como noiva quanto como esposa, precisamos ser fiéis e compromissados com o noivo e futuro esposo. Mais uma vez, pergunta-se: será que temos sido fiéis ao Noivo e futuro esposo? Em que temos falhado? Penso que na oração, na consagração, na frequência aos cultos, na evangelização e na busca intensa de uma vida mais perto do Senhor. As       promessas bíblicas são evidentes de que o Noivo está prestes a voltar. Será que estamos preparados para as Bodas?.
O (v.7) fala de breve momento. Em qualquer tribulação que nos sobrevêm,   sabemos que a aflição nada é, comparada com a glória que ainda nos será revelara (Rm 8.18, 28, 35-39; 2Co 4.17). O (v.10) fala sobre Montes. Nada é mais firme do que as montanhas, mas incomparavelmente mais inabalável é a aliança de     misericórdia e de paz que Deus firmará com os remidos. No (v.13) encontramos a expressão: ensinados do Senhor. Pela unção do Espírito Santo (1Jo 2.27) que aponta para Cristo e relembra Seus ensinamentos (Jo 6.44-45; 14.26) que jamais serão mudados. Finalmente, os versículos 16 e 17, apresentam Deus como árbitro até na guerra; sem a capacidade que vem de Deus, Satanás não pode criar nada, só incita os homens a abusar dos dons de Deus e perverter a capacidade física e mental que Deus dá. Mas ele já está vencido e sabe muito bem disso.
Que alarguemos o espaço da nossa tenda a cada dia, firmemos bem as estacas da doutrina; alonguemos as cordas da evangelização, a fim de que transbordemos tanto para a direita como para a esquerda, para o leste e para o oeste. Há muito que se fazer. Não fique esperando que outros o façam. Tome a atitude de começar a fazer algo para o engrandecimento do Reino de Deus. Forme um grupo familiar de crescimento com sua família e vizinhos. Contribua para a obra missionária e assim, você estará cumprindo o IDE de Jesus.
Unidos nAquele que nos manda ir, indo, façamos discípulos para Cristo. Clóvis.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

LIBERTADOS DO PECADO, FEITOS SERVOS DA JUSTIÇA
(Romanos 6.18) 
 Prezados irmãos, amigos e leitores, O tema do culto deste domingo é LIBERTAÇÃO E VITÓRIA EM CRISTO. Você se acha completamente liberto(a), ou sente-se preso por algo que você não tem forças para se soltar? A vida do crente demonstra de quem ele é escravo: de Deus ou do diabo. No trecho de (Rm 6.15-23) encontramos uma comparação entre a redenção e o mercado de escravos tão vulgar nos tempos do Novo Testamento. O escravo está sob a obrigação de servir o seu mestre até à morte. Uma vez morto, o dono não consegue mandar mais nele. É igual com o cristão. O seu velho dono, o pecado, não tem mais direito sobre ele uma vez que já morreu com Cristo. (Rm 6.3-4) nos informa que fomos mortos e sepultados com Cristo, pelo batismo, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. O versículo em destaque nos garante que fomos libertados do pecado, não para viver de forma desregrada, mas para ser servos da justiça. A diferença é que, sendo servos da justiça que é Deus, temos a sensação de liberdade, porque o pecado não tem mais domínio sobre nós. O termo libertação, hoje em dia, está muito desgastado, visto que há grupos que veem demônios em todos e em tudo. Por outro lado, há os que não veem demônio em lugar nenhum e duvidam da ação deles. A bem da verdade, todo crente já foi liberto do inferno, quando abriu o coração para Jesus e passou pelo Novo Nascimento. Daí em diante ele(a) precisa trabalhar com as emoções, os sentimentos e todo o seu interior. Embora livres da morte eterna (inferno), carregamos em nosso corpo a natureza adâmica, a tendência ao erro. O crente não pode viver pecando, disse João (1Jo 3.8-9). Porém, dada a natureza pecaminosa herdada de Adão, muita vez cometemos pequenos delitos, até mesmo sem perceber. Davi sabia disso e orou: ...absolve-me das que me são ocultas (faltas) (Sl 19.12.b). O Crente em Cristo não comete os mesmos delitos que o mundo, mas está sujeito a tropeçar em pequenas coisas como: o mau uso da língua; os desejos ocultos do coração; a cobiça dos olhos; a soberba da vida; a falta de amor; a desobediência; a ausência aos cultos (sem motivo), a frieza espiritual; o ciúme; a inveja, o ressentimento; a falta de compromissos, tais como: não contribuir com os dízimos e as ofertas, ordenados por Deus; não assumir responsabilidade nas diversas áreas de atividade da igreja, etc, etc, etc. Mas, para quem quiser se libertar de tudo isso, há um só caminho: o Arrependimento Sincero. E um único propósito: deixar tudo para trás e seguir firmemente olhando para Jesus, que é o Autor e Consumador da fé (Hb 12.1). Comece hoje mesmo, ofertando sua vida e tudo o que você tem e assim, você estará se libertando de todas as pequenas amarras, para livremente seguir na caminhada da fé. Faça um minucioso exame do seu interior e você achará algo que precisa melhorar, ou mesmo abandonar. Ouça a voz do seu coração e seja vitorioso(a) em Cristo. Unidos n’Aquele que nos libertou do império das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do Seu amor (Jesus), prossigamos vitoriosamente até a Vinda do Senhor.Pr.Clóvis

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