segunda-feira, 2 de janeiro de 2012



Cansado da multidão de videntes, tarólogos e numerólogos que aparece nos meios de comunicação no final de todos os anos (e a cada ano eles aparecem em maior número...) para “pré-ver” como será o ano vindouro, resolvi também fazer algumas “previsões”. Para ser sincero não é nada complicado “prever” alguns fatos que acontecerão neste 2012. Cecil Richard afirmou: "Dê-me uma Bíblia e uma candeia, e podem me enclausurar em um calabouço, pois serei capaz de dizer o que se está passando no mundo".
São muitos aqueles que dão ouvidos às falsas previsões dos “profetas de ocasião”. Estes “profetas de ocasião” existem por causa da ignorância das multidões, que por estarem perdidas não sabem pra onde vão. Temem o amanhã por estarem inseguras no hoje. Impressiona-nos o fato de que as pessoas se tornam ávidas por ouvirem as previsões destes enganadores! Parecem até que se esquecem que ano após ano suas palavras caem ao chão sem qualquer consistência. Suas previsões não se cumprem pelo simples fato de não serem ‘pré-visões’. 
Vejamos, contudo, as predições que nunca falham:
1. A paz no mundo: “E ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede não vos assusteis; porque é necessário que assim aconteça; mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino; e haverá fomes e terremotos em vários lugares (...) Nesse tempo muitos hão de se escandalizar, e trair-se uns aos outros, e mutuamente se odiarão. Igualmente hão de surgir muitos falsos profetas, e enganarão a muitos; e, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará. Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo”. (Mateus 24.5-13)
2. Quem estará seguro: “Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não te atemorizes, nem te espantes; porque o Senhor teu Deus está contigo, por onde quer que andares”. (Josué 1.9).
3. A Economia Mundial: “Quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente dizer: Vem! E olhei, e eis um cavalo preto; e o que estava montado nele tinha uma balança na mão. E ouvi como que uma voz no meio dos quatro seres viventes, que dizia: Uma medida de trigo por um denário, e três medidas de cevada por um denário; e não danifiques o azeite e o vinho”. (Apocalipse 6.5-6)
4.As finanças domésticas:“Tendes semeado muito, e recolhido pouco; comeis, mas não vos fartais; bebeis, mas não vos saciais; vestis-vos, mas ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o para o meter num saco furado”. (Ageu 1.6)
5. Quem será próspero: “Mas digo isto: Aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e aquele que semeia em abundância, em abundância também ceifará. Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, nem por constrangimento; porque Deus ama ao que dá com alegria. E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda boa obra;(...) Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, e pão para comer, também dará e multiplicará a vossa sementeira, e aumentará os frutos da vossa justiça”. (II Coríntios 9.6-10)
6. O pecador que não se arrepende: ”E agora pecam mais e mais, e da sua prata fazem imagens fundidas, ídolos segundo o seu entendimento (...) Por isso serão como a nuvem de manhã, e como o orvalho que cedo passa; como a palha que se lança fora da eira, e como a fumaça que sai pela janela”. (Oséias 13.2-3)
7. A religião: “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo grande desejo de ouvir coisas agradáveis, ajuntarão para si mestres segundo os seus próprios desejos, e não só desviarão os ouvidos da verdade, mas se voltarão às fábulas”. (I Timóteo 4.3-4)
8. O que gozará das bênçãos: “Não se aparte da tua boca o livro desta lei, antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido” (Josué 1.8)

“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz...”(Apocalipse 2.29)

 Ézio Martins de Lima

sábado, 12 de novembro de 2011


ALARGANDO O ESPAÇO DA TENDA – Isaías 54

De forma alegórica o capítulo 54 do profeta Isaías, fala sobre a Igreja, que representa o Israel restaurado. Na aplicação imediata à situação dos israelitas restaurados, os “servos” são todos os fiéis, em geral; mesmo assim, não se pode deixar de notar que, depois da ressurreição de Cristo todos aqueles que nEle creem recebem poder para serem chamados filhos de Deus, os verdadeiros servos, o novo Israel de Deus, não se falando só na Pessoa de Cristo, mas também do corpo de Cristo. Assim o servo e os servos são identificados.
Com cinco figuras diferentes, o Senhor da Igreja nos dá Sua ordem missionária, para que o evangelho se difunda: (1) Alargar o espaço da tenda, isto é, fazer a igreja crescer em número, trazendo muitos convertidos ao convívio dos irmãos; (2) Alongar as cordas, isto é, aumentar o espaço para os cultos, quando houver necessidade. Em nosso caso, há muito espaço vazio, precisando ser preenchido e só você poderá fazê-lo, trazendo seus amigos, vizinhos e parentes, para serem alcançados pelo Poder do Espírito Santo de Deus; (3) Firmar as estacas, ou melhor, trabalhar nos alicerces da igreja, de forma que ela nunca perca os    objetivos de santificação, crescimento sadio, assistência social e comunhão plena entre os irmãos. Também ter um posicionamento firme, sobre a doutrina Bíblica e compromisso denominacional, sem transgredir as Leis de Deus; (4) Transbordar tanto para um lado como para o outro, como já fazemos com a obra missionária, mas precisamos ser mais dinâmicos, abrindo novas frentes de evangelização e plantando novas igrejas nos locais ainda não alcançados pelo Evangelho. Será que estamos dispostos?
Israel recebeu várias vezes o nome de esposa de Deus (Jr 31.32; Os 2.1-23). Sempre foi infiel, sempre merecendo a rejeição. Deus, porém, na Sua misericórdia, sempre a quer de volta, oferecendo-lhe perdão e restauração (5-10). Da mesma maneira, a Igreja do Senhor é tratada como a Noiva do Senhor e futura Esposa do Cordeiro (Ap 21.9). Tanto como noiva quanto como esposa, precisamos ser fiéis e compromissados com o noivo e futuro esposo. Mais uma vez, pergunta-se: será que temos sido fiéis ao Noivo e futuro esposo? Em que temos falhado? Penso que na oração, na consagração, na frequência aos cultos, na evangelização e na busca intensa de uma vida mais perto do Senhor. As       promessas bíblicas são evidentes de que o Noivo está prestes a voltar. Será que estamos preparados para as Bodas?.
O (v.7) fala de breve momento. Em qualquer tribulação que nos sobrevêm,   sabemos que a aflição nada é, comparada com a glória que ainda nos será revelara (Rm 8.18, 28, 35-39; 2Co 4.17). O (v.10) fala sobre Montes. Nada é mais firme do que as montanhas, mas incomparavelmente mais inabalável é a aliança de     misericórdia e de paz que Deus firmará com os remidos. No (v.13) encontramos a expressão: ensinados do Senhor. Pela unção do Espírito Santo (1Jo 2.27) que aponta para Cristo e relembra Seus ensinamentos (Jo 6.44-45; 14.26) que jamais serão mudados. Finalmente, os versículos 16 e 17, apresentam Deus como árbitro até na guerra; sem a capacidade que vem de Deus, Satanás não pode criar nada, só incita os homens a abusar dos dons de Deus e perverter a capacidade física e mental que Deus dá. Mas ele já está vencido e sabe muito bem disso.
Que alarguemos o espaço da nossa tenda a cada dia, firmemos bem as estacas da doutrina; alonguemos as cordas da evangelização, a fim de que transbordemos tanto para a direita como para a esquerda, para o leste e para o oeste. Há muito que se fazer. Não fique esperando que outros o façam. Tome a atitude de começar a fazer algo para o engrandecimento do Reino de Deus. Forme um grupo familiar de crescimento com sua família e vizinhos. Contribua para a obra missionária e assim, você estará cumprindo o IDE de Jesus.
Unidos nAquele que nos manda ir, indo, façamos discípulos para Cristo. Clóvis.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

LIBERTADOS DO PECADO, FEITOS SERVOS DA JUSTIÇA
(Romanos 6.18) 
 Prezados irmãos, amigos e leitores, O tema do culto deste domingo é LIBERTAÇÃO E VITÓRIA EM CRISTO. Você se acha completamente liberto(a), ou sente-se preso por algo que você não tem forças para se soltar? A vida do crente demonstra de quem ele é escravo: de Deus ou do diabo. No trecho de (Rm 6.15-23) encontramos uma comparação entre a redenção e o mercado de escravos tão vulgar nos tempos do Novo Testamento. O escravo está sob a obrigação de servir o seu mestre até à morte. Uma vez morto, o dono não consegue mandar mais nele. É igual com o cristão. O seu velho dono, o pecado, não tem mais direito sobre ele uma vez que já morreu com Cristo. (Rm 6.3-4) nos informa que fomos mortos e sepultados com Cristo, pelo batismo, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. O versículo em destaque nos garante que fomos libertados do pecado, não para viver de forma desregrada, mas para ser servos da justiça. A diferença é que, sendo servos da justiça que é Deus, temos a sensação de liberdade, porque o pecado não tem mais domínio sobre nós. O termo libertação, hoje em dia, está muito desgastado, visto que há grupos que veem demônios em todos e em tudo. Por outro lado, há os que não veem demônio em lugar nenhum e duvidam da ação deles. A bem da verdade, todo crente já foi liberto do inferno, quando abriu o coração para Jesus e passou pelo Novo Nascimento. Daí em diante ele(a) precisa trabalhar com as emoções, os sentimentos e todo o seu interior. Embora livres da morte eterna (inferno), carregamos em nosso corpo a natureza adâmica, a tendência ao erro. O crente não pode viver pecando, disse João (1Jo 3.8-9). Porém, dada a natureza pecaminosa herdada de Adão, muita vez cometemos pequenos delitos, até mesmo sem perceber. Davi sabia disso e orou: ...absolve-me das que me são ocultas (faltas) (Sl 19.12.b). O Crente em Cristo não comete os mesmos delitos que o mundo, mas está sujeito a tropeçar em pequenas coisas como: o mau uso da língua; os desejos ocultos do coração; a cobiça dos olhos; a soberba da vida; a falta de amor; a desobediência; a ausência aos cultos (sem motivo), a frieza espiritual; o ciúme; a inveja, o ressentimento; a falta de compromissos, tais como: não contribuir com os dízimos e as ofertas, ordenados por Deus; não assumir responsabilidade nas diversas áreas de atividade da igreja, etc, etc, etc. Mas, para quem quiser se libertar de tudo isso, há um só caminho: o Arrependimento Sincero. E um único propósito: deixar tudo para trás e seguir firmemente olhando para Jesus, que é o Autor e Consumador da fé (Hb 12.1). Comece hoje mesmo, ofertando sua vida e tudo o que você tem e assim, você estará se libertando de todas as pequenas amarras, para livremente seguir na caminhada da fé. Faça um minucioso exame do seu interior e você achará algo que precisa melhorar, ou mesmo abandonar. Ouça a voz do seu coração e seja vitorioso(a) em Cristo. Unidos n’Aquele que nos libertou do império das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do Seu amor (Jesus), prossigamos vitoriosamente até a Vinda do Senhor.Pr.Clóvis