quinta-feira, 20 de outubro de 2011

LIBERTADOS DO PECADO, FEITOS SERVOS DA JUSTIÇA
(Romanos 6.18) 
 Prezados irmãos, amigos e leitores, O tema do culto deste domingo é LIBERTAÇÃO E VITÓRIA EM CRISTO. Você se acha completamente liberto(a), ou sente-se preso por algo que você não tem forças para se soltar? A vida do crente demonstra de quem ele é escravo: de Deus ou do diabo. No trecho de (Rm 6.15-23) encontramos uma comparação entre a redenção e o mercado de escravos tão vulgar nos tempos do Novo Testamento. O escravo está sob a obrigação de servir o seu mestre até à morte. Uma vez morto, o dono não consegue mandar mais nele. É igual com o cristão. O seu velho dono, o pecado, não tem mais direito sobre ele uma vez que já morreu com Cristo. (Rm 6.3-4) nos informa que fomos mortos e sepultados com Cristo, pelo batismo, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. O versículo em destaque nos garante que fomos libertados do pecado, não para viver de forma desregrada, mas para ser servos da justiça. A diferença é que, sendo servos da justiça que é Deus, temos a sensação de liberdade, porque o pecado não tem mais domínio sobre nós. O termo libertação, hoje em dia, está muito desgastado, visto que há grupos que veem demônios em todos e em tudo. Por outro lado, há os que não veem demônio em lugar nenhum e duvidam da ação deles. A bem da verdade, todo crente já foi liberto do inferno, quando abriu o coração para Jesus e passou pelo Novo Nascimento. Daí em diante ele(a) precisa trabalhar com as emoções, os sentimentos e todo o seu interior. Embora livres da morte eterna (inferno), carregamos em nosso corpo a natureza adâmica, a tendência ao erro. O crente não pode viver pecando, disse João (1Jo 3.8-9). Porém, dada a natureza pecaminosa herdada de Adão, muita vez cometemos pequenos delitos, até mesmo sem perceber. Davi sabia disso e orou: ...absolve-me das que me são ocultas (faltas) (Sl 19.12.b). O Crente em Cristo não comete os mesmos delitos que o mundo, mas está sujeito a tropeçar em pequenas coisas como: o mau uso da língua; os desejos ocultos do coração; a cobiça dos olhos; a soberba da vida; a falta de amor; a desobediência; a ausência aos cultos (sem motivo), a frieza espiritual; o ciúme; a inveja, o ressentimento; a falta de compromissos, tais como: não contribuir com os dízimos e as ofertas, ordenados por Deus; não assumir responsabilidade nas diversas áreas de atividade da igreja, etc, etc, etc. Mas, para quem quiser se libertar de tudo isso, há um só caminho: o Arrependimento Sincero. E um único propósito: deixar tudo para trás e seguir firmemente olhando para Jesus, que é o Autor e Consumador da fé (Hb 12.1). Comece hoje mesmo, ofertando sua vida e tudo o que você tem e assim, você estará se libertando de todas as pequenas amarras, para livremente seguir na caminhada da fé. Faça um minucioso exame do seu interior e você achará algo que precisa melhorar, ou mesmo abandonar. Ouça a voz do seu coração e seja vitorioso(a) em Cristo. Unidos n’Aquele que nos libertou do império das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do Seu amor (Jesus), prossigamos vitoriosamente até a Vinda do Senhor.Pr.Clóvis

Fotos Ministério Abraçar Planaltina GO - IBC Sobradinho Df

quarta-feira, 19 de outubro de 2011


Consumismo


Mateus 13.44-48
Não trabalhem pela comida que se estraga, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem lhes dará. Deus, o Pai, nele colocou o seu selo de aprovação (Jo 6.27).
A cidade chinesa de Huaxi construiu um arranha-céu de 74 andares chamado Zengdi.
Para decorá-lo encomendou a escultura de um touro que pesa uma tonelada de ouro maciço. Em contraste a isto, vemos muita pobreza no mundo como a história de um garotinho cambojano chamado Tha Sophat que foi abandonado por seus pais, que são camponeses. Ele sobreviveu se amamentando diretamente em uma vaca.

A cultura consumista mundial tem nos influenciado negativamente. Precisamos voltar para a realidade. Para a busca de coisas que realmente tenham valor e que venham a preencher nossa vida.
Nosso texto base diz que o Reino dos céus é como um negociante que procura pérolas preciosas. Este homem quando encontrou uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo o que tinha e a comprou. Todos nós somos como este negociante à procura de pérolas. Mas nem sempre temos a mesma atitude do negociador do texto. Ele encontrou uma pérola de grande valor, um valor incomparavelmente superior a qualquer outra pérola que já havia negociado. A partir daí, vendeu tudo o que tinha, se despojou de tudo aquilo que antes era de maior importância. E comprou a pérola de grande valor.
Quem tem um encontro com Deus e o conhece, sabe que mais do que qualquer outra coisa a vida com Deus é o maior tesouro que alguém pode ter. Qual tem sido nossa pérola de grande valor? Quanto maior é o valor que damos a alguma coisa, mais a buscamos e com maior intensidade de nossas forças. O que tem movido a nossa ambição e desejo?
Jesus disse: “Tenho algo para comer que vocês não conhecem. A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou e concluir a sua obra”. Esta comida deve ser a nossa prioridade. Buscar primeiro o reino de Deus e a sua verdade. Alimentar-se do prazer de conhecer a Deus.

Quando o reino de Deus é nossa prioridade não vivemos para consumir, consumimos para viver.

Hebert dos Santos Gonçalves

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Hebert Gonçalves: Efeito borboleta

Efeito borboleta: I Coríntios 3.5-10 Pois nós somos cooperadores de Deus; vocês são lavoura de Deus e edifício de Deus (1 Co 3.9). Edmard Lorenz...