sábado, 12 de novembro de 2011


ALARGANDO O ESPAÇO DA TENDA – Isaías 54

De forma alegórica o capítulo 54 do profeta Isaías, fala sobre a Igreja, que representa o Israel restaurado. Na aplicação imediata à situação dos israelitas restaurados, os “servos” são todos os fiéis, em geral; mesmo assim, não se pode deixar de notar que, depois da ressurreição de Cristo todos aqueles que nEle creem recebem poder para serem chamados filhos de Deus, os verdadeiros servos, o novo Israel de Deus, não se falando só na Pessoa de Cristo, mas também do corpo de Cristo. Assim o servo e os servos são identificados.
Com cinco figuras diferentes, o Senhor da Igreja nos dá Sua ordem missionária, para que o evangelho se difunda: (1) Alargar o espaço da tenda, isto é, fazer a igreja crescer em número, trazendo muitos convertidos ao convívio dos irmãos; (2) Alongar as cordas, isto é, aumentar o espaço para os cultos, quando houver necessidade. Em nosso caso, há muito espaço vazio, precisando ser preenchido e só você poderá fazê-lo, trazendo seus amigos, vizinhos e parentes, para serem alcançados pelo Poder do Espírito Santo de Deus; (3) Firmar as estacas, ou melhor, trabalhar nos alicerces da igreja, de forma que ela nunca perca os    objetivos de santificação, crescimento sadio, assistência social e comunhão plena entre os irmãos. Também ter um posicionamento firme, sobre a doutrina Bíblica e compromisso denominacional, sem transgredir as Leis de Deus; (4) Transbordar tanto para um lado como para o outro, como já fazemos com a obra missionária, mas precisamos ser mais dinâmicos, abrindo novas frentes de evangelização e plantando novas igrejas nos locais ainda não alcançados pelo Evangelho. Será que estamos dispostos?
Israel recebeu várias vezes o nome de esposa de Deus (Jr 31.32; Os 2.1-23). Sempre foi infiel, sempre merecendo a rejeição. Deus, porém, na Sua misericórdia, sempre a quer de volta, oferecendo-lhe perdão e restauração (5-10). Da mesma maneira, a Igreja do Senhor é tratada como a Noiva do Senhor e futura Esposa do Cordeiro (Ap 21.9). Tanto como noiva quanto como esposa, precisamos ser fiéis e compromissados com o noivo e futuro esposo. Mais uma vez, pergunta-se: será que temos sido fiéis ao Noivo e futuro esposo? Em que temos falhado? Penso que na oração, na consagração, na frequência aos cultos, na evangelização e na busca intensa de uma vida mais perto do Senhor. As       promessas bíblicas são evidentes de que o Noivo está prestes a voltar. Será que estamos preparados para as Bodas?.
O (v.7) fala de breve momento. Em qualquer tribulação que nos sobrevêm,   sabemos que a aflição nada é, comparada com a glória que ainda nos será revelara (Rm 8.18, 28, 35-39; 2Co 4.17). O (v.10) fala sobre Montes. Nada é mais firme do que as montanhas, mas incomparavelmente mais inabalável é a aliança de     misericórdia e de paz que Deus firmará com os remidos. No (v.13) encontramos a expressão: ensinados do Senhor. Pela unção do Espírito Santo (1Jo 2.27) que aponta para Cristo e relembra Seus ensinamentos (Jo 6.44-45; 14.26) que jamais serão mudados. Finalmente, os versículos 16 e 17, apresentam Deus como árbitro até na guerra; sem a capacidade que vem de Deus, Satanás não pode criar nada, só incita os homens a abusar dos dons de Deus e perverter a capacidade física e mental que Deus dá. Mas ele já está vencido e sabe muito bem disso.
Que alarguemos o espaço da nossa tenda a cada dia, firmemos bem as estacas da doutrina; alonguemos as cordas da evangelização, a fim de que transbordemos tanto para a direita como para a esquerda, para o leste e para o oeste. Há muito que se fazer. Não fique esperando que outros o façam. Tome a atitude de começar a fazer algo para o engrandecimento do Reino de Deus. Forme um grupo familiar de crescimento com sua família e vizinhos. Contribua para a obra missionária e assim, você estará cumprindo o IDE de Jesus.
Unidos nAquele que nos manda ir, indo, façamos discípulos para Cristo. Clóvis.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

LIBERTADOS DO PECADO, FEITOS SERVOS DA JUSTIÇA
(Romanos 6.18) 
 Prezados irmãos, amigos e leitores, O tema do culto deste domingo é LIBERTAÇÃO E VITÓRIA EM CRISTO. Você se acha completamente liberto(a), ou sente-se preso por algo que você não tem forças para se soltar? A vida do crente demonstra de quem ele é escravo: de Deus ou do diabo. No trecho de (Rm 6.15-23) encontramos uma comparação entre a redenção e o mercado de escravos tão vulgar nos tempos do Novo Testamento. O escravo está sob a obrigação de servir o seu mestre até à morte. Uma vez morto, o dono não consegue mandar mais nele. É igual com o cristão. O seu velho dono, o pecado, não tem mais direito sobre ele uma vez que já morreu com Cristo. (Rm 6.3-4) nos informa que fomos mortos e sepultados com Cristo, pelo batismo, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. O versículo em destaque nos garante que fomos libertados do pecado, não para viver de forma desregrada, mas para ser servos da justiça. A diferença é que, sendo servos da justiça que é Deus, temos a sensação de liberdade, porque o pecado não tem mais domínio sobre nós. O termo libertação, hoje em dia, está muito desgastado, visto que há grupos que veem demônios em todos e em tudo. Por outro lado, há os que não veem demônio em lugar nenhum e duvidam da ação deles. A bem da verdade, todo crente já foi liberto do inferno, quando abriu o coração para Jesus e passou pelo Novo Nascimento. Daí em diante ele(a) precisa trabalhar com as emoções, os sentimentos e todo o seu interior. Embora livres da morte eterna (inferno), carregamos em nosso corpo a natureza adâmica, a tendência ao erro. O crente não pode viver pecando, disse João (1Jo 3.8-9). Porém, dada a natureza pecaminosa herdada de Adão, muita vez cometemos pequenos delitos, até mesmo sem perceber. Davi sabia disso e orou: ...absolve-me das que me são ocultas (faltas) (Sl 19.12.b). O Crente em Cristo não comete os mesmos delitos que o mundo, mas está sujeito a tropeçar em pequenas coisas como: o mau uso da língua; os desejos ocultos do coração; a cobiça dos olhos; a soberba da vida; a falta de amor; a desobediência; a ausência aos cultos (sem motivo), a frieza espiritual; o ciúme; a inveja, o ressentimento; a falta de compromissos, tais como: não contribuir com os dízimos e as ofertas, ordenados por Deus; não assumir responsabilidade nas diversas áreas de atividade da igreja, etc, etc, etc. Mas, para quem quiser se libertar de tudo isso, há um só caminho: o Arrependimento Sincero. E um único propósito: deixar tudo para trás e seguir firmemente olhando para Jesus, que é o Autor e Consumador da fé (Hb 12.1). Comece hoje mesmo, ofertando sua vida e tudo o que você tem e assim, você estará se libertando de todas as pequenas amarras, para livremente seguir na caminhada da fé. Faça um minucioso exame do seu interior e você achará algo que precisa melhorar, ou mesmo abandonar. Ouça a voz do seu coração e seja vitorioso(a) em Cristo. Unidos n’Aquele que nos libertou do império das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do Seu amor (Jesus), prossigamos vitoriosamente até a Vinda do Senhor.Pr.Clóvis

Fotos Ministério Abraçar Planaltina GO - IBC Sobradinho Df

quarta-feira, 19 de outubro de 2011


Consumismo


Mateus 13.44-48
Não trabalhem pela comida que se estraga, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem lhes dará. Deus, o Pai, nele colocou o seu selo de aprovação (Jo 6.27).
A cidade chinesa de Huaxi construiu um arranha-céu de 74 andares chamado Zengdi.
Para decorá-lo encomendou a escultura de um touro que pesa uma tonelada de ouro maciço. Em contraste a isto, vemos muita pobreza no mundo como a história de um garotinho cambojano chamado Tha Sophat que foi abandonado por seus pais, que são camponeses. Ele sobreviveu se amamentando diretamente em uma vaca.

A cultura consumista mundial tem nos influenciado negativamente. Precisamos voltar para a realidade. Para a busca de coisas que realmente tenham valor e que venham a preencher nossa vida.
Nosso texto base diz que o Reino dos céus é como um negociante que procura pérolas preciosas. Este homem quando encontrou uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo o que tinha e a comprou. Todos nós somos como este negociante à procura de pérolas. Mas nem sempre temos a mesma atitude do negociador do texto. Ele encontrou uma pérola de grande valor, um valor incomparavelmente superior a qualquer outra pérola que já havia negociado. A partir daí, vendeu tudo o que tinha, se despojou de tudo aquilo que antes era de maior importância. E comprou a pérola de grande valor.
Quem tem um encontro com Deus e o conhece, sabe que mais do que qualquer outra coisa a vida com Deus é o maior tesouro que alguém pode ter. Qual tem sido nossa pérola de grande valor? Quanto maior é o valor que damos a alguma coisa, mais a buscamos e com maior intensidade de nossas forças. O que tem movido a nossa ambição e desejo?
Jesus disse: “Tenho algo para comer que vocês não conhecem. A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou e concluir a sua obra”. Esta comida deve ser a nossa prioridade. Buscar primeiro o reino de Deus e a sua verdade. Alimentar-se do prazer de conhecer a Deus.

Quando o reino de Deus é nossa prioridade não vivemos para consumir, consumimos para viver.

Hebert dos Santos Gonçalves

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Hebert Gonçalves: Efeito borboleta

Efeito borboleta: I Coríntios 3.5-10 Pois nós somos cooperadores de Deus; vocês são lavoura de Deus e edifício de Deus (1 Co 3.9). Edmard Lorenz...

sábado, 24 de setembro de 2011

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Artes Theológicas: Uma oração

Artes Theológicas: Uma oração: Faz-me sábio, Senhor... Preciso de sabedoria pra discernir o que ouço e sabedoria pra saber falar... Sabedoria para descansar em Ti e sabe...

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

domingo, 11 de setembro de 2011


A Falta de Avivamento Pessoal

A Falta de Avivamento Pessoal
(Richard Baxter)



Eu não sei o que os outros pensam, mas da minha parte, me envergonho de minha ignorância, e me admiro de mim mesmo, porque não tenho tratado as almas dos outros e da minha como almas que esperam o grande dia do Senhor; e porque tenho espaço para quase qualquer outros pensamentos e palavras; e porque tais assuntos assombrosos não tomam completamente minha mente. Admiro-me de como posso pregar sobre isto desapaixonadamente e descuidadamente; e como posso deixar os homens sozinhos em seus pecados; e como não vou atrás deles, rogando-lhes, pelo amor do Senhor, que se arrependam, não importa a forma que recebam a mensagem, e qual seja a pena e dor que custem a mim.
Muito poucas vezes saio do púlpito sem que minha consciência me golpeie por não ter sido mais fervoroso e sério. Ela não me acusa tanto pela falta de ornamentos e elegância, nem por deixar passar uma palavra errada; mas me pergunta “Como você pode falar de vida e da morte com um coração assim? Como pode pregar sobre o céu e o inferno de uma forma tão relaxada e descuidada? Crê no que disse? Leva a sério ou embroma? Como pode dizer às pessoas que o pecado é algo assim, e que tanta miséria está sobre elas e diante delas, e não ser mais afetado com isto? Você não deveria chorar sobre pessoas assim, e não deveriam tuas lágrimas interromper suas palavras? Você não deveria clamar em alta voz, e mostrar a eles suas transgressões, e implorar a eles e rogá-los como uma questão de vida e morte?
E, por mim mesmo, como estou envergonhado do meu coração descuidado e torpe, e do meu modo de vida inútil e lento, assim como, o Senhor sabe, estou envergonhado de cada sermão que tenho pregado; quando penso sobre o que estou falando, e quem me enviou, e que a condenação e salvação dos homens é completamente relacionada nEle, estou preste a tremer por temor de que Deus me julgará como um mau administrador de Suas verdades e das almas dos homens, e imagino que no meu melhor sermão eu seja culpado pelo sangue deles. Penso que não devemos falar qualquer palavra aos homens, em assuntos de tamanhas conseqüências, sem lágrimas ou com a maior seriedade que possamos alcançar; já que somos tão culpados do pecado que reprovamos, deveria ser dessa forma.
Verdadeiramente, este é o tinir da consciência que soa em meus ouvidos, e apesar disso, minha alma sonolenta não quer ser despertada. Oh! Que coisa é um coração endurecido e insensível. Oh, Senhor, salva-nos da praga da infidelidade e da dureza de coração de nós mesmos! Como poderíamos ser instrumentos aptos para salvar os outros do erro? Oh, faz em nossas almas aquilo que Tu nos usaria para fazer nas almas dos outros.

Tradução livre

terça-feira, 6 de setembro de 2011

A fé que nasce na graça..............

A fé que nasce na graça no encontro com Deus. É amar a Deus não pelo que Ele Lhe concede, mas por aquilo que Ele é. A fé oriunda da Graça nos faz lançar o olhar para a face de Deus a fim de conhecê-LO, e não para as Suas mãos, a fim de receber algo. http://www.paoquentediario.com.br/

sábado, 3 de setembro de 2011


RENOVO JUSTO – Jeremias 23.5-8

AVIVAMENTO, uma palavra muito pronunciada, porém muito pouco vivenciada. Afinal, o que é mesmo avivamento? Shedd afirma que ele ocorre “quando há carência e deficiência numa área doutrinária ou prática da igreja”. Neste particular, nunca a igreja esteve tão carente da verdadeira doutrina, como nos dias atuais.
A igreja da mídia, tem entrado nos lares, transmitindo doutrinas e práticas anti-bíblicas, ensinando o povo a comprar bênçãos, enviando ofertas volumosas a tais programas. Por outro lado, os evangélicos descompromissados com a verdadeira igreja, os chamados “independentes”, têm crescido a cada dia. A Revista Veja da semana passada, afirma que, estes já somam 15% dos que se dizem “evangélicos”. Há livros vendidos por esse pessoal, ensinando práticas completamente rejeitadas pela verdadeira Igreja. Infelizmente, muitos aderem a isso. Aonde vamos chegar com isso? Certamente a uma situação que identifica bem, os últimos acontecimentos, antes da volta triunfante de Cristo. A Igreja do Senhor, jamais esteve tão carente e deficiente, como agora. É nosso dever, orar por um PODEROSO AVIVAMENTO, como o fez o profeta Habacuque (Hc 3.2b), para que ele acontece no interior de cada crente individualmente. Quando o avivamento chega no meio do povo de Deus, é despertado grande arrependimento que, por sua vez leva à contrição e à prática de boas obras. Em tempo algum de toda a história da igreja, se fez tão pouco evangelismo, se orou tão pouco, se leu tão pouco a Bíblia, se freqüentou tão pouco os cultos. O Avivamento Real, urge em nosso meio.
No texto acima, Jeremias fala de um “Renovo Justo”, uma referência clara a Jesus, como Messias reinante. Jesus não reinou por ocasião de Seu primeiro advento pelo que isso é uma profecia sobre acontecimentos ainda futuros. E em todas as profecias, devem ser aplicadas as regras dadas pelo próprio profeta (Jr 18.7-9). A expressão: Senhor Justiça Nossa, faz do Renovo Jesus Cristo, co-possuidor do glorioso nome de (Is 42.8). Uma observação de Jesus, declarava Sua própria igualdade com o Pai (João 15.18;Fp 2.6). A presença de Jeová a reinar no monte Sião (Mq 4.7; Zc 14.3,4,9,16,17) deve ser uma referência ao futuro reino terrestre do Senhor Jesus Cristo. Jesus é a fonte de nossa retidão. Foi prometida restauração tanto a Judá como a Israel, sob o seu reinado.Um dia e não deve estar muito distante, Jesus voltará e reinará. Antes, porém, a iniqüidade se multiplicará, como também o saber e outras coisas mais. O que estamos esperando para tomar uma decisão de mudança de vida? O profeta Amos, exorta: Prepara-te ó Israel…. (Am 4.12). Naqueles dias, esse preparo era para enfrentar o juízo de Deus. Hoje, é para ter uma vida digna de ser arrebatado, quando da volta de Jesus. Será que você está preparado(a)? Jesus é o renovo que tira do fundo do coração humano, todo ranço do pecado (herdado ou adquirido),quebra toda e qualquer maldição, deixa-nos completamente habilitados para o encontro com o Senhor nos ares! Maran-natha, vem Senhor Jesus! Nada existe no mundo, mais real e certo do que a volta de Jesus. Ele virá como prometera (At 1.11). Ele está esperando apenas o momento certo, no relógio de Deus.
Um dos nossos hinos, (o de nº 171 do CC), na sua última estrofe pede: Renova-nos Senhor, inspira mais amor, mais zelo, graça e abnegação, a bem do pecador”. Ao cantar este hino, fico meditando: será que eu estou mesmo querendo o bem do pecador? Pense nisso!
Com sinceros votos de um renovo diário, esse servo de Jesus e conservo seu. Clóvis
http://www.calvario.org.br/mensagens/renovo-justo-%E2%80%93-jeremias-23-5-8/

Fabula - Cobra x Vaga-lume



O vaga-lume notou que estava sendo perseguido por uma cobra, mas demorou a perceber que esta queria realmente devorá-lo. A perseguição continuou. O bichinho voador, que emite luz intermitente e também é conhecido por pirilampo,
passou a ter muito cuidado, pois outros bichos sempre o avisavam do perigo, pelo fato de a cobra estar determinada a comê-lo. Cansado de tanto fugir, o vaga-lume tomou a iniciativa de enfrentar a fera — por meio de um bate-papo a distância, lógico — e então indagou:
— Por que você quer destruir-me? Não lhe fiz nada e além disso não faço parte de sua cadeia alimentar?!
Mas a cobra, de imediato, retrucou:
— Realmente você não faz o meu gosto alimentar, mas eu não suporto ver a sua luz brilhar.
Extraido
http://www.hebert.com.br/2011/05/cobra-x-vaga-lume_8387.htm

terça-feira, 30 de agosto de 2011

É fundamental recordar o que Deus já fez............

É fundamental recordar o que Deus já fez e reconhecer o que Ele tem realizado entre nós. A fé se constrói na história daqueles que buscam ao Senhor. Através de dias, semanas, meses, anos e decadas, Deus revela ao seu povo o seu amor e a sua fidelidade eterna. Se o futuro pode despertar o medo, a história com o Senhor reaviva as certezas.
Pão Quente [mailto:pqd@paoquentediario.com.br]

A vida em comum...........

Aproximar-se de homens e mulheres que buscam ao Senhor não é apenas uma estratégia de identidade comunitária. Antes, representa a oportunidade do encontro e da partilha de experiências, orações e leituras bíblicas. O isolamento enfraquece o coração e adoece a alma. A vida em comum concede vigor e alegria aos seus participantes.
Pão Quente [mailto:pqd@paoquentediario.com.br]

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

O povo de Deus foi chamado.........

O povo de Deus foi chamado por Ele com a promessa de vê-Lo um dia Face a face, precisamos permanecer limpo de coração e amante da Paz, mesmo que muitas vezes seja, exatamente por isso, perseguido e injustiçado ... 
Se não nos cuidarmos, uns aos outros, jamais seremos na prática um povo forte, unido e santo, do jeito que nosso Amado Pai determinou que sejamos...

domingo, 28 de agosto de 2011

FRASES INSPIRADORAS PARA COMEÇAR A SEMANA!


Se você está se sentindo sozinho, abandonado, achando que ninguém liga para você... atrase um pagamento.

A canela é um dispositivo para encontrar móveis no escuro.

Nunca derrube um lápis no chão, ele pode ficar desapontado...

Se um dia você perder o controle, levante-se e mude de canal manualmente.

Se a vida fosse fácil, bebê não nascia chorando.

Cada dia que passa sobra mais mês no fim do dinheiro.

É tolice arrancar os cabelos por estar sofrendo, como se a dor diminuísse com a calvície.


Extraido Blog Artes Theologicas  
http://reveziolima.blogspot.com

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

LIBERTAÇÃO [Filipenses 1.19]

 LIBERTAÇÃO  [Filipenses 1.19]
Prezados irmãos e leitores,
A epístola de Paulo aos Filipenses foi escrita quando ele estava preso. Mesmo assim, a nota dominante dessa breve carta é a ALEGRIA. É difícil imaginar uma pessoa aprisionada, expressando sua alegria e passando-a a outrem. No início deste capítulo o apóstolo fala de cooperação (v.5,7), que dá a idéia de participação em algo com alguém, onde Paulo e os Filipenses compartilham uma união tanto em sofrimento como também na graça.
O versículo 6 (estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até o Dia de Cristo Jesus), denota a segurança do crente. A boa obra de Cristo: (1) começou no passado. Ele nos elegeu pela Graça (Ef 1.4); nos remiu e nos salvou pelo seu sangue (Ef 1.7; Hb 2.3); nos chamou efetivamente (Gl 1.15-16) e nos criou de novo (2Co 5.17). (2) Será completada no futuro: temos a promessa de Jesus (Jo 14.3); conhecemos o Seu poder (Mt 28.18; Jo 17.2) e sabemos o Seu propósito (Jo 17.24). A Boa Obra que Deus começou em seu coração e no meu, há de completá-la, assegurando a nossa entrada no Reino preparado para todos os santos. Portanto, não desfaleçamos, mesmo diante das adversidades. Naqueles dias, o Evangelho era pregado por grupos diferentes. Uns motivados por amor e outros por rivalidade, mas o que importava, era a pregação do evangelho, para libertação das pessoas escravizadas pelo pecado.
Os versículos 19 e 20 insinuam libertação, dando a entender que Paulo deseja se libertar não da morte ou da prisão, mas uma libertação espiritual. Paulo sabia que pelas orações dos crentes de Filipos, ele seria sustentado e libertado no momento certo.
Hoje em dia fala-se muito em libertação. Muitos não entendem nem gostam da palavra. Mas o fato é que todos precisamos de libertação em alguma área da vida. Enquanto aqui estivermos, estaremos sujeitos a toda espécie de tentação e, se não tivermos muito cuidado, cairemos nelas. Você pode até pensar que isso é exagero, mas a verdade é que precisamos zelar pela santificação de vida  e para isso, devemos olhar para nosso interior e tirar de lá, todo e qualquer resquício de imundícia, tais como: mau uso da língua; falta de perdão, desobediência às leis, tanto de Deus como as dos homens; negligência na oração; na leitura da Bíblia; na freqüência aos cultos; na contribuição financeira; no relacionamento familiar e assim por diante. Quando se prega sobre libertação, a ênfase não está sobre possessão demoníaca, nem na escravidão humana, mas na prática de pequenas coisas que, muita vez ocorrem inconscientemente. Davi pedia perdão por todas elas. E nós? Será que temos nos preocupado em  vigiar para não cairmos em tentação? Jesus disse: “Vigiai e orai para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca” (Mt 26.41). É por causa da fraqueza da carne que precisamos ficar sempre a postos, vigiando e orando sem cessar.
Que o Espírito do Senhor convença-nos diariamente sobre a necessidade de buscar o Senhor enquanto podemos achar e invocá-lo enquanto está perto. Enquanto o Senhor não voltar ainda há tempo. Busque-O e receba a libertação completa.O Arauto Pr. Clóvis.

A CHAMA QUE NÃO PODE SER APAGADA


A CHAMA QUE NÃO PODE SER APAGADA
 1 Tessalonicenses 5.19

Prezados irmãos e leitores,
Em sua primeira carta aos tessalonicenses, Paulo fez vários elogios destacando a perseverança e a vitória que obtiveram com amor e fidelidade, sobre as lutas e perseguições na Obra do Senhor. Entendeu porém, que    precisava continuar exortando-os a não esmorecerem contra as obras da carne.
Dentre os conselhos que dera, o versículo em destaque, chama-nos à atenção, para não apagar o Espírito. O verbo apagar significa extinguir e/ou figuradamente, suprimir. Apagar significa, desfazer. A figura simbólica do fogo sugere exuberância, vitalidade e o poder que o Espírito Santo nos confere, mas também os seus efeitos purificadores.
Há muito, se fala na necessidade de um AVIVAMENTO real, no entanto as obras da carne têm se tornado uma barreira muito grande para que isto     aconteça, mesmo com a perseverança e esperança de alguns. A secularização  da igreja do Senhor, tem impedido que o verdadeiro avivamento chegue e emperrado o Avanço do Reino de Deus. No entanto o que se percebe é que as formas de manifestações dessas obras não têm sido isoladas e sim coletivas e têm atingido todos nós e muita vez nos  contagiado, tomando como exemplo: o aumento do mercantilismo da fé em nosso meio; o desespero por um crescimento da igreja a qualquer custo; pela vaidade dos títulos eclesiásticos e secular; por uma falta de disciplina de comunhão com Deus; pelo ativismo desenfreado na obra do Senhor; pelas palavras sem autoridade, enfim, esta lista pode ser bem maior, mas o que se deseja evidenciar é que as obras da carne têm com o tempo  apagado a chama do Espírito em nossos meio e que devemos a todo  custo, lutar para vermos de novo em nosso meio a chama que fez nascer a obra de renovação espiritual.
Isto, amados irmãos, tem que ser uma ação pessoal de cada um, estabelecendo uma  postura de humilhação diante de Deus e buscar com fervor a Plenitude do Espírito Santo no coração. Ao seu filho na fé,Timóteo, Paulo aconselha sobre essa vigilância, dizendo: Por esta razão, pois, te    admoesto eu reavives o dom de Deus que há em ti... (2 Tm 1.6). Habacuque, orava: Tenho ouvido ó Senhor as tuas declarações, e me sinto alarmado; aviva a tua obra, ó Senhor no decorrer dos anos, e, no decurso dos anos, faze-a conhecida; na tua ira, lembra-te da misericórdia (Hc 3;2).
Irmãs e irmãos amados! Conclamo-os em nome de Jesus, para que deixe acender ou  reacender a Chama Vida que deve arder em nosso coração. Se o fizermos de todo o coração, estaremos unindo-nos a tantos outros que clamam por essa bênção e a receberemos, se não desfalecermos.
Que Deus tenha compaixão de você e lhe conceda esta bênção e que ela se estenda a toda a família calvariana e bem assim toda a família da fé! Pr. Clóvis O Arauto ano 19 Nº 26 ARAUTO
 
 O ARAUTO
 

Artes Theológicas: 11 de Outubro de 2009

Medite
Artes Theológicas: 11 de Outubro de 2009:

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